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Vinheta

Enviado por Visitante em 12/11/09 ( 3759 leituras )

Em São Paulo, uma empresária descobre um novo nicho de mercado para comida infantil! Ela fabrica papinha orgânica para bebês! O produto é inovador e já conquistou as mamães e filhos!

 

A empresa tem 55 receitas de papinhas! E cada uma leva um nome de criança: Vivi, Malu, Biba... Maria Fernanda Tomé de Rizzo encontrou no setor de alimentação, um nicho de mercado rentável, com as papinhas orgânicas para bebês. Elas são nutritivas, práticas e mais saudáveis: não contêm agrotóxicos.

 

A ideia surgiu há dois anos, quando nasceu a filha da empresária. “Tinha dificuldade de encontrar no mercado o alimento orgânico disponível em um só lugar. Então, eu trabalhava fora estudava e cuidava da Gabriela. Chegava em casa, fazia as papinhas à noite para que ela tivesse sempre esse alimento disponível em casa”, explica Maria Fernanda.

 

Maria Fernanda e a sócia Sonia abriram o negócio. A primeira decisão foi contratar uma nutricionista para montar um cardápio balanceado. E até a escolha do bairro para instalar a empresa foi estratégico. “Nós decidimos montar a empresa no bairro paulistano de Moema porque é um bairro que abriga uma grande quantidade de casais jovens e com filhos pequenos”, diz a empresária Sonia Maria Thomé.

 

A casa alugada foi toda reformada e a cozinha industrial segue todas as normas de higiene. E as empresárias foram além: uma das inovações da empresa é o lixo térmico que conserva os restos de alimentos gelados. Tudo que é descartado sai direto da cozinha para um local que fica em uma temperatura de 6ºC. Assim, o lixo não se deteriora e não contamina o ambiente.

 

A empresa tem cinco funcionárias e uma câmera monitora tudo o que acontece na cozinha. Os fornecedores de carnes e hortifrutis orgânicos são certificados. Para manter a qualidade do produto, o investimento no negócio foi alto, mais de R$ 500 mil. 

 

São produzidas por mês de 800 a mil papinhas. Elas são feitas de frango, carne, peixe, legumes, frutas, leite, tudo levemente temperado e sem açúcar. As opções de papinha são para crianças a partir de 4 meses até 3 anos. Cada potinho tem de 100ml a 150 ml. “Nós pensamos na utilização do alimento orgânico; nós nos prendemos primeiro à combinação dessas papas, à adequação dessa alimentação para a criança”, explica a nutricionista Mara Cristina Miranda.

 

As receitas elaboradas pela nutricionista têm várias inovações de sabores: beterraba, cenoura, banana e maçã. O rótulo da embalagem registra que a papinha é orgânica. E agora, as empresárias querem conquistar, o certificado do IBD - Instituto Biodinâmico de Certificação de Orgânicos. Com o selo, a empresa pode se diferenciar no mercado.

A empresa tem 880 clientes cadastrados. Alguns compram todos os dias. Outros só para os finais de semana, e tem aqueles que compram para o almoço da escola ou da creche.


A empresa entrega em domicílio com um serviço terceirizado. “As mães que procuram a papinha são mães que se preocupam com a qualidade do produto a ser entregue para essa criança; e ela sabe que agregado a isso, ela tem uma cadeia sustentável por trás, então ela dá valor a isso”, diz a empresária.

 

Paulinho tem 10 meses e é um dos pequenos clientes da papinha orgânica. Na hora do almoço, ele ‘faz festa’ com a receita que leva batata, acelga e coxão mole. Na hora da sobremesa, o apetite aumenta, e Paulinho raspa o prato.

Priscila, a mãe de Paulinho, trabalha fora e não tem tempo de cozinhar as três refeições diárias do bebê. “Ele começou com aquela papinha da farmácia. Resolvi comprar uma papinha para provar, gostei”, aprova.

 

Cada potinho custa de R$ 4 a R$ 6. O casal gasta por mês, cerca de R$ 500 com as três refeições diárias de papinha orgânica. “Facilitou bastante porque já está pronta em segundos. E a gente pode dar para ele tranquilamente”, ensina o cliente Paulo Sergio Teixeira Cordeiro.

 

A papinha orgânica também ajudou na saúde de Paulinho. “Ele tem um intestino preso, um problema desde novinho. Depois que ele começou a usar essa papinha, eu não tenho mais que usar nenhum medicamento”, finaliza a mãe.

[fonte: PEGN]


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